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sexta-feira, 7 de março de 2014
Os Jogos do meu acervo- Atlético-mg 0x0 São Paulo- Decisão do Brasileiro de 77
-Porque é histórico. Foi após esse campeonato,que os cronistas esportivas passaram a defender uma competição por pontos corridos, justamente para evitar que injustiças, como as que aconteceram com o galo mineiro, dono da melhor campanha do campeonato, invicto e com 10 pontos a mais do que o São Paulo, acabasse como vice-campeão.
-As campanhas.Até a grande decisão, o tricolor tinha 20 jogos, com 13 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. Tinha marcado 40 gols s sofrido 15, com saldo positivo de 25 gols. Já o galo tinha os mesmos 2o jogos, com 17 vitórias, 3 empates e nenhuma derrota. Havia marcado 55 gols s sofrido 16, com saldo positivo de 29.
-Curiosidade. Os artilheiros das 2 equipes, não puderam estar em campo na grande final. Reinaldo, que havia marcado 28 gols pelo galo e Serginho autor de 18 pelo tricolor, estavam suspensos, e por isso fora do jogo.
-Ficha da decisão Atlético-mg 0x0 São Paulo Data 05-03-1978 Local Mineirão Público 102.974 Renda cr$6.857.080.00 Árbitro Arnaldo César Coelho Cartões amarelos Tecão, Angelo, Serginho, Bezerra, Peres e Neca Atlético-mg João Leite, Alves, Márcio, Vantuir e Valdenir, Toninho Cerezo, Angelo e Serginho, Caio(Joãozinho Paulista), Marcelo(Paulo Isidoro) e Ziza Técnico Barbatana São Paulo Waldir Peres, Getúlio, Tecão, Bezerra e Antenor, Chicão, Teodoro(Peres) e Darío Pereyra, Zé Sérgio, Mirandinha e Viana(Neco) Técnico Rubens Minelli
-A partida, lance a lance
-Começa a decisão, o tricolor dá a saída e ataca para a esquerda das cabines de rádio.
-O jogo começa muito amarrado no seu meio de campo. O São Paulo bloqueia o setor com até 5 jogadores(com o recuo dos pontas)e enerva o jovem time mineiro.
-16 minutos. Bezerra cobra falta da meia-direita, a bola passa por sobre a barreira e João Leite faz a defesa no seu canto esquerdo baixo. É o primeiro lance de emoção do jogo.
-17 minutos. Mirandinha chuta a bola bate na defesa mineira e sobra para bom chute de Teodoro. A bola passa perto da trave direita.
-21 minutos. Chicão lança Zé Sérgio na ponta direita, mas o passe sai longo. Mesmo assim, Zé ganha a dividida com Vantuir e cruza para Viana, que cabeçeia para excepcional defesa de João Leite. A bola sai a escanteio. O tricolor paulista era muito mais perigoso.
-Darío Pereyra marcava Toninho Cerezo, quando o atleticano tinha a bola. E isso, deixava o galo uma saída de bola rápida e qualificada.
-44 minutos. Finalmente, o Atlético tem uma chance. Falta na entrada da área pelo lado esquerdo, que Alves cobra e a bola passa raspando o angulo de Waldir Peres.
-45 minutos. Arnaldo apita o fim do 1 tempo.
-Análise do 1 tempo. Com uma postura mais ofensiva,e com uma marcação muito acertada, o tricolor dominou a partida e merecia ter saído com a vitória
-Placar Moral do 1 tempo. Atlético-mg 0x1 São Paulo
-Começa a segunda etapa com a saída sendo dada pela equipe mineira
-3 minutos, Getúlio cobra falta,a zaga atleticana afasta mal e a bola sobra para Chicão, que chuta de primeira, a bola bate no zagueiro Márcio praticamente em cima da linha.
-15 minutos. Viana tabela com Mirandinha e chuta para bela defesa(mais uma) de João Leite, a bola ainda explode na trave, antes de sair para escanteio.
-20 minutos, Joãozinho Paulista dá grande passe para Paulo Isidoro, que entrava em diagonal, este bate forte, de primeira e o goleiro trioclor faz grande defesa e evita o gol atleticano. Foi a primeira grande chance do time mineiro em toda a partida.
-34 minutos, Toninho Cerezo arrisca de longe e Waldir Peres,espalma a bola para córner.
-43 minutos, Zé Sérgio arranca em jogada individual e bate de fora da área, rasteiro. João Leite é obrigado a espalmar para escanteio.
-44 minutos na cobrança do escanteio, Tecão cabeceia, e o goleiro atleticano defende com os pés.
-Final de tempo regulamentar, com o São Paulo bem melhor que o galo mineiro. Vamos agora a prorrogação.
-O Tempo Extra
-O Tricolor dá a saída para a prorrogação, mas quem assusta primeiro é o galo, através de Angelo, que chuta de longe para boa defesa de Waldir.
-O primeiro tempo do tempo extra é disputado de maneira lenta e com muita marcação. Parece que as duas equipes já se contentam de levar a decisão do título para a disputa de penaltis...
-15 minutos, Ziza faz bela jogada pela esquerda e cruza, Waldir Peres corta o cruzamento, mas a bola cai nos pés de Paulo Isidoro, que chuta para mais uma brilhante defesa do goleiro sãopaulino.
-Começa o segundo tempo da prorrogação, com a saída do Atlético.
-Nada acontece na prorrogação e a partida vai para os penaltis.
-A disputa de penaltis
-Primeira cobrança é do São Paulo. Getúlio cobra para defesa de João Leite, no canto esquerdo.
-Toninho Cerezo cobra para o galo, mas bate muito mal e a bola voa por cima da meta.
-Chicão cobra o segundo, escorrega na hora da batida e João Leite defende, sem dar rebote.
-Ziza cobra bem e finalmente abre o placar. 1x0 galo, depois de duas cobranças para cada equipe.
-Peres bate com categoria e empata para o tricolor. O goleiro atleticano quase defende.
-Alves cobra forte, no meio do gol e coloca o time mineiro em vantagem, 2x1 após 3 cobranças.
-Antenor, também solta uma bomba no canto direito e empata a disputa. Tudo empatado 2x2
-Joãosinho Paulista manda a bola nas nuvens e após 4 cobranças, segue 2x2.
-Bezerra cobra bem, no canto esquerdo e faz 3x2 São Paulo.
-Márcio cobra alto, longe da meta e o tricolor paulista é campeão brasileiro de 1977.
-Era o primeiro título do tricolor paulista, em campeonatos brasileiros. Foi o tricampeonato de Rubens Minelli. E foi injusto, se considerarmos toda a a campanha, na qual o galo foi bem melhor e mais regular do que o São Paulo. Mas se considerarmos somente a decisão, mesmo a partida sendo realizada no Mineirão, o tricolor paulista foi sempre superior e esteve muito mais próximo da vitória.
-Quem se interessar pelo jogo completo, é só entrar em contato com gugaroman@hotmail.com, para ter acesso a esse e outros 5700 jogos do meu acervo.
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quinta-feira, 6 de março de 2014
Jogos do meu acervo- Atlético-mg 4x2 Londrina- Semifinal do Brasileiro de 77
O pré- jogo
Apesar de ter tido a melhor campanha durante a fase de classificação, o galo foi obrigado, por ordem do regulamento, a mandar a primeira partida das semifinais em casa. O seu adversário era o surpreendente Londrina, que havia se classificado na repescagem, mas que na fase anterior bateu Flamengo, Corinthians e Caxias em casa e Santos e Vasco, fora.
O técnico Barbatana, estava preocupado, pois sabia que decidir no Estádio do Café seria muito complicado. Para piorar a situação, ele não poderia contar com Cerezo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
Assim, Marcelo (Oliveira, hoje treinador do Cruzeiro) passou a exercer a função de armador e Paulo Isidoro, mais adiantado, deveria encostar no centroavante e artilheiro do campeonato, Reinaldo. no coletivo apronto, um empate de 0 a 0, depois de 60 minutos de treino. Barbatana considerou o resultado normal, pelas mudanças no meio de campo.
Do lado paranaense, era clara a intenção de jogar retrancado e, se possível, arrancar um empate.
A partida
O jogo começou como todos esperavam. de camisas brancas, o galo atacando, especialmente com Ziza, pela esquerda, enquanto o Londrina se defendia com até oito, nove ou at;e mesmo dez homens. Nem essa retranca parecia ser suficiente para impedir Reinaldo de fazer grandes jogadas. Logo aos oito minutos, ele deu um drible de corpo desconcertante em Arenghi, que apelou e deu um pontapé no atacante. Levou um merecido cartão amarelo.
Contrariando todos os prognósticos, quem teve a primeira oportunidade foi a equipe paranaense. Aos 12, Xaxá cobrou uma falta do bico esquerdo da grande área. Carlos Alberto Garcia subiu mais que Vantuir e obrigou João Leite a espalmar a bola para escanteio. Taticamente, o Atlético tinha Ângelo na contenção, Paulo Isidoro e Marcelo revezando-se pela meia direita e Serginho e Ziza nas pontas. Era um 4-1-2-3, que variava para o 4-1-4-1, com o recuo dos ponteiros para ajudar na marcação.
Aos 17, Marcelo esticou uma bola para Reinaldo. O passe parecia sobre controle para o zagueiro Carlos. Uma pixotada, entretanto, mudou o rumo da jogada e possivelmente da partida. Ao matar mal a bola, Carlos permitiu que Reinaldo lhe roubasse a pelota. Ao ver o Rei ganhar a frente da jogada, o defensor foi na sua perna de apoio e derrubou-lhe. Pênalti, cobrado com categoria por Ziza. Por reclamação, Carlos Alberto Garcia levou um cartão amarelo.
Apesar da desvantagem no marcador, o Londrina não saiu muito para o jogo, afinal, a equipe sabia que se levasse o segundo gol, iria precisar de um milagre para reverter o resultado e chegar a final do campeonato. O time preferiu continuar atrás, apostando nas bolas esticadas para Brandão e nos cruzamentos para a área atleticana.
Aos 28, Reinaldo recebeu de Marcelo, tabelou com Paulo Isidoro e, com um toque só, deixou seus marcadores para trás. A conclusão, na saída do goleiro, foi de bico, de pé direito e acabou saindo raspando a trave direita. Mas o gol do artilheiro do campeonato era só uma questão de tempo. Ele aconteceria três minutos mais tarde, quando Ziza avançou pela esquerda e cruzou. Reinaldo cabeceou nas mãos do goleiro Paulo Rogério, que engoliu um dos maiores frangos da história do Mineirão. Ou como colocou Luciano do Valle, na transmissão da Rede Globo, "um peru de Paulo Rogério". Atlético 2 a 0.
Aos 40, Claudinho cruzou a bola da direita. Brandão furou e Carlos Alberto Garcia finalizou forte, de primeira. João Leite fez uma grande defesa e mandou o tiro para córner. No fim das contas, o primeiro tempo foi bem mais equilibrado do que o placar demonstrava. Não fossem duas falhas individuais do Londrina, o marcador poderia não ter sido alterado. Foram três oportunidades para o galo e duas para o time paranaense.
E foi novamente o Londrina quem começou assustando no segundo tempo. Aos cinco, Dirceu cobrou uma falta na área e Brandão pegou de primeira, de perna esquerda. A finalização foi forte, mas acabou saindo por sobre a meta de João Leite. Mas o aviso estava dado. Aos 12, Ziza errou um passe que possibilitou um contra ataque mortal a equipe paraense. Xaxá desceu pela direita e deu ótimo passe para Brandão. O atacante chutou de primeira. A bola bateu nas duas pernas de João Leite antes de entrar. Não era dia dos goleiros! Galo 2 a 1.
Acontece que, mesmo sem estar com seus jogadores inspirados, o Atlético tinha em Reinaldo o fator de desequilíbrio. aos 20, Ziza recebeu na velocidade, pela ponta esquerda. ele avançou e cruzou rasteiro, forte. Paulo Rogério não conseguiu cortar o lance e Reinaldo só empurrou a bola para as redes. Galo 3 a 1.
Aos 23, o Londrina fez sua primeira substituição. Zé Antônio entrou no lugar de Cláudio. Logo em seguida, Reinaldo marcou mais um gol, dessa vez, invalidado pela arbitragem, já que o atacante estava impedido. A esta altura, o Mineirão estava escuro, pois os refletores perderam força. O jogo acontecia na penumbra.
Aos 27, Zé Antônio centrou a bola da direita e Carlos Alberto Garcia ganhou no ar do zagueiro Márcio e mandar para as redes, dando novo ânimo ao Londrina. Antes da bola voltar a rolar, o técnico argentino do tubarão, Armando Renganeschi colocou em campo Sérgio Américo, no lugar de Zé Roberto.
Aos 38, Marcelo lançou Reinaldo, em posição duvidosa. O centroavante avançou e cara a cara com Paulo Rogério, acabou finalizando de maneira displicente, mandando para fora uma ótima oportunidade de aumentar a vantagem mineira. Na sequência da jogada, diretores e jogadores do Londrina foram para cima do auxiliar. Na confusão, Paulo Rogério e Zé Antônio receberam cartão amarelo. A partida ficou paralisada por sete minutos. Para piorar ainda mais as coisas, os paranaenses ficaram com apenas dez jogadores em campo, já que o zagueiro e capitão Arenghi sofreu uma contusão e ficou em campo apenas se arrastando.
Aos 48, o zagueiro Márcio roubou a bola no campo de defesa, tocou para Serginho e recebeu na frente, como se fosse um ponta. O cruzamento saiu perfeito para Reinaldo, que cortou o defensor com o pé esquerdo e bateu de pé direito, sem chance para Paulo Rogério. Galo, aproveitando-se da ausência de um zagueiro 4, Londrina 2. foi o vigésimo oitavo gol de Reinaldo no Campeonato Nacional, um recorde até então.
A vitória do Atlético foi justa, por conta da maior categoria de seus jogadores, especialmente de Reinaldo. Mas o comentarista da Globo, Sérgio Noronha, dizia no fim da transmissão. "O destaque individual do jogo foi sem dúvida, Reinaldo. Agora, o destaque coletivo foi todo o time do Londrina, que enfrentou um estádio inteiro contra, falhas individuais e mesmo assim mostrou muita força, raça e organização".
Três dias depois, o Atlético confirmou a sua passagem para a decisão, com um empate de 2 a 2. seu adversário seria o São Paulo, treinado por Rubens Minelli e que eliminara o Operário-ms, do veterano goleiro Manga. Mas isso é papo para o próximo post. Até lá!
Escalações
Atlético-mg. João Leite, Alves, Márcio, Vantuir e Valdemir, Ângelo, Marcelo e Paulo Isidoro, Serginho, Reinaldo e Ziza. Técnico. Barbatana
Londrina. Paulo Rogério, Cláudio (Zé Antônio),, Arenghi, Carlos e Dirceu, Carlos Alberto Garcia, Zé Roberto (Sérgio Américo) e Ademar, Xaxá, Brandão e Nenê. Técnico. Armando Renganeschi
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Os jogos do meu acervo
domingo, 25 de abril de 2010
Os jogos do meu acervo-1957
Olá leitores. Estamos de volta com a série Os jogos do meu acervo. Desrav vez, vamos falar do ano de 1957(já que infelizmente, não tenho nenhuma partida de 1956).
Este ano de véspera de Copa do Mundo também não é dos mais recheados. Possuo apenas uma partida de 57.
Trata-se da final da FA Cup. O jogo reuniu Aston Villa e Mancehester United. A partida em si, foi bem pobre. Os dois times ainda atuavam no 3-2-2-3 ou seja, o famoso WM. O Manchester já contava com o craque Bobby Charlton. Mas quem levou a melhor na decisão foi o Villa.
O placar final, e justo diga-se de passagem, foi 2x0 para o Aston Villa.
Em breve retornaremos com o ano de 1958 e, principalmente, com o capítulo sobre a Copa do Mundo de 1958, na Suécia.
Abraços a todos e espero que tenham gostado de mais esse post.
Este ano de véspera de Copa do Mundo também não é dos mais recheados. Possuo apenas uma partida de 57.
Trata-se da final da FA Cup. O jogo reuniu Aston Villa e Mancehester United. A partida em si, foi bem pobre. Os dois times ainda atuavam no 3-2-2-3 ou seja, o famoso WM. O Manchester já contava com o craque Bobby Charlton. Mas quem levou a melhor na decisão foi o Villa.
O placar final, e justo diga-se de passagem, foi 2x0 para o Aston Villa.
Em breve retornaremos com o ano de 1958 e, principalmente, com o capítulo sobre a Copa do Mundo de 1958, na Suécia.
Abraços a todos e espero que tenham gostado de mais esse post.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Os jogos do meu acervo-1955
Mais uma vez vamos falar sobre os jogos do meu acervo. Desta vez o assunto é o ano de 1955. São duas partidas, ambas comentadas abaixo.
Final da FA Cup entre o Tradicional Newcastle e o Manchester City. Não foi uma boa partida. O City foi prejudicado logo no início do jogo, quando um jogador seu se lesionou. Como não eram permitidas substituições, o time foi obrigado a jogar, por quase toda a partida, com 10 homens.
Problemas a parte, o Newcastle foi superior e mereceu vencer. O placar final foi de 3x1, mas poderia ter sido maior.
A outra partida que possuo desse ano, é um grande amistoso entre duas potencias do futebol Europeu. A atual campeã do mundo, Alemanha Ocidental recebeu a bi-camepeã Itália. A Azzurra fez 1x0. Os Alemães empataram. Mas a Itália esteve sempre melhor na partida e, ainda no primeiro tempo, fez 2x1.
Nos 45 minutos finais, a Seleção Italiana seguiu melhor, porém o resultado não se alterou. Resultado final, Alemanha Ocidental 1x2 Itália. Estava carimbada a faixa de campeã mundial Alemã...
Em breve, retornaremos com os jogos do meu acervo de 1957(não tenho nenhuma partida de 1956, infelizmente). Abraços a todos e espero que tenham gostado.
Final da FA Cup entre o Tradicional Newcastle e o Manchester City. Não foi uma boa partida. O City foi prejudicado logo no início do jogo, quando um jogador seu se lesionou. Como não eram permitidas substituições, o time foi obrigado a jogar, por quase toda a partida, com 10 homens.
Problemas a parte, o Newcastle foi superior e mereceu vencer. O placar final foi de 3x1, mas poderia ter sido maior.
A outra partida que possuo desse ano, é um grande amistoso entre duas potencias do futebol Europeu. A atual campeã do mundo, Alemanha Ocidental recebeu a bi-camepeã Itália. A Azzurra fez 1x0. Os Alemães empataram. Mas a Itália esteve sempre melhor na partida e, ainda no primeiro tempo, fez 2x1.
Nos 45 minutos finais, a Seleção Italiana seguiu melhor, porém o resultado não se alterou. Resultado final, Alemanha Ocidental 1x2 Itália. Estava carimbada a faixa de campeã mundial Alemã...
Em breve, retornaremos com os jogos do meu acervo de 1957(não tenho nenhuma partida de 1956, infelizmente). Abraços a todos e espero que tenham gostado.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Os jogos de meu acervo- Ano de 1953
Continuando a Série os jogos do meu acervo, hoje vamos falar sobre as partidas que possuo do ano de 1953(infelizmente, não tenho nada de 51 e 52).
E foram dois jogos senscionais, que todos que amam o futebol e principalmente, a evolução tática precisam ver.
Começo falando da final da FA Cup, disputada entre Blackpool e Bolton. Foi um jogaço, a partida terminou empatada em 4x4 e deu gosto ver o veterano ponta-direita do Blackpool, Stanley Mathews, jogando e correndo como um garoto. O detalhe tático da partida fica por conta de ser muit fácil a visualização de que ambas as equipes atuavam no famoso WM(ou 3-2-2-3), criado em 1923, pelo técnico do Arsenal, Herbert Chapman, no ano de 1925.
A outra partida que tenho é simplesmente considerada "The Match of the Century" ou o jogo do século. De um lado a Inglaterra, criadora do futebol, do outro a Hungria(na única partida inteira daquele supertime disponível) e seus craques e intensa movimentação.
Vale muito a pena ver o centroavante recuado Hidegkuti, abrindo espaços para a penetração dos meias Puskas e Kocsis. O que dizer então do incansável centro-médio Boszik, que fazia de tudo um pouco para sua maravilhosa seleção. Também já ficavam claros os buracos e as falhas na defesa húngara, que iriam acabar com o sonho de vencerem a Copa do Mundo da Suiça, no ano posterior.
E o que falar então do golaço marcado por Puskas, quendo com um drible de futsal, ele deixa sentado ninguém mais ninguém menos do que o capitão ingles Billy Wright. Os ingleses também mostraram bom futebol com as bolas nos pés, mas aquela seleção da Hungria parecia imbátivel.
Enfim, um jogaço que amante de bom futebol precisa ver para poder saber ou tentar entender o que foi a genese do futebol total da Holanda de 74. Imperdível.
Espero que tenham gostado de mais esse post, voltarei em breve com a história da Copa do Mundo da Suiça, em 1954. E depois, retomarei essa série, com o ano de 1955, quando comentarei mais jogos do meu acervo. Abraços a todos!
E foram dois jogos senscionais, que todos que amam o futebol e principalmente, a evolução tática precisam ver.
Começo falando da final da FA Cup, disputada entre Blackpool e Bolton. Foi um jogaço, a partida terminou empatada em 4x4 e deu gosto ver o veterano ponta-direita do Blackpool, Stanley Mathews, jogando e correndo como um garoto. O detalhe tático da partida fica por conta de ser muit fácil a visualização de que ambas as equipes atuavam no famoso WM(ou 3-2-2-3), criado em 1923, pelo técnico do Arsenal, Herbert Chapman, no ano de 1925.
A outra partida que tenho é simplesmente considerada "The Match of the Century" ou o jogo do século. De um lado a Inglaterra, criadora do futebol, do outro a Hungria(na única partida inteira daquele supertime disponível) e seus craques e intensa movimentação.
Vale muito a pena ver o centroavante recuado Hidegkuti, abrindo espaços para a penetração dos meias Puskas e Kocsis. O que dizer então do incansável centro-médio Boszik, que fazia de tudo um pouco para sua maravilhosa seleção. Também já ficavam claros os buracos e as falhas na defesa húngara, que iriam acabar com o sonho de vencerem a Copa do Mundo da Suiça, no ano posterior.
E o que falar então do golaço marcado por Puskas, quendo com um drible de futsal, ele deixa sentado ninguém mais ninguém menos do que o capitão ingles Billy Wright. Os ingleses também mostraram bom futebol com as bolas nos pés, mas aquela seleção da Hungria parecia imbátivel.
Enfim, um jogaço que amante de bom futebol precisa ver para poder saber ou tentar entender o que foi a genese do futebol total da Holanda de 74. Imperdível.
Espero que tenham gostado de mais esse post, voltarei em breve com a história da Copa do Mundo da Suiça, em 1954. E depois, retomarei essa série, com o ano de 1955, quando comentarei mais jogos do meu acervo. Abraços a todos!
Os jogos do meu acervo- Ano de 1950
Caros amigos, inauguro hoje uma nova série nesse blog que se preocupa em contar e guardar a história do futebol brasileiro e mundial. Depois dos jogos históricos, da história das Copas do Mundo e das grandes conquistas de clubes e seleções, resolvi dar uma passada pelos jogos que tenho em meu acervo, para que o leitor possa saber quais são as raridades que possuo.
E o primeiro ano, é o de 1950. Ano de Copa do Mundo disputada no Brasil. Ano do famoso e trágico Maracanazzo.
Para quem se interessa em saber os detalhes da competição jogada em nosso país, por favor acesse o post sobre ela, aqui mesmo nesse blog.
Em meu acervo(que o comentarista e amigo Mauro Beting costuma chamar do verdadeiro museu do futebol) tenho o áudio de Brasil 6x1 Espanha(são 60 minutos da partida). Nele, inclusive, consegue-se ouvir a torcida presente ao Maracanã cantando Touradas de Madrid.
Já a partida decisiva, entre Brasil e Uruguai, está completa, com narração original de época pela Rádio Nacional. Uma excelente oportunidade para que o leitor possa escutar a partida e, tirar suas próprias conclusões a respeito, desvendando assim mitos e inverdades que possam ter sido passados de geração para geração...
E, para quem gosta de gols, possuo o documentário entitulado Olé Espanha. Realizado pela tv espanhola, tem cerca de 95% dos gols da Copa de 50, além de vários outros lances. Vale a pena para quem(como eu) ama a história do futebol e, especialmente das Copas do Mundo. É um documento imperdível dos tempos romanticos do futebol.
Em breve voltaremos com mais um ano em meu acervo. Abraços a todos!
E o primeiro ano, é o de 1950. Ano de Copa do Mundo disputada no Brasil. Ano do famoso e trágico Maracanazzo.
Para quem se interessa em saber os detalhes da competição jogada em nosso país, por favor acesse o post sobre ela, aqui mesmo nesse blog.
Em meu acervo(que o comentarista e amigo Mauro Beting costuma chamar do verdadeiro museu do futebol) tenho o áudio de Brasil 6x1 Espanha(são 60 minutos da partida). Nele, inclusive, consegue-se ouvir a torcida presente ao Maracanã cantando Touradas de Madrid.
Já a partida decisiva, entre Brasil e Uruguai, está completa, com narração original de época pela Rádio Nacional. Uma excelente oportunidade para que o leitor possa escutar a partida e, tirar suas próprias conclusões a respeito, desvendando assim mitos e inverdades que possam ter sido passados de geração para geração...
E, para quem gosta de gols, possuo o documentário entitulado Olé Espanha. Realizado pela tv espanhola, tem cerca de 95% dos gols da Copa de 50, além de vários outros lances. Vale a pena para quem(como eu) ama a história do futebol e, especialmente das Copas do Mundo. É um documento imperdível dos tempos romanticos do futebol.
Em breve voltaremos com mais um ano em meu acervo. Abraços a todos!
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